Sem custo, sem apresentação, sem proposta no fim.
Sem briefing, sem moodboard, sem pasta de referência. Briefing é o dono tentando resolver sozinho o que ele me contrataria pra resolver, e eu prefiro ouvir o problema cru.
A gente senta na sua casa, num horário tranquilo, e eu pergunto.
As três primeiras quase todo mundo responde rápido. A última é a que muda a conversa.
Nessa hora eu só escuto e olho como qualquer cliente atento olharia. É por isso que ela não custa nada.
Em voz alta, na hora, sem enrolar. Mesmo que a gente não trabalhe junto, e isso acontece.
Vai ser uma hipótese, não um veredito: é o que dá pra enxergar em uma hora sentado. Pra afirmar com prova eu preciso ver a sua casa cheia e olhar de perto quem está do seu lado, e aí já é a Carta.
Porque eu prefiro escolher meus clientes conversando do que por formulário. E porque, sendo honesto, eu não sei se posso te ajudar antes de te ouvir, e cobrar por uma hora que pode terminar em "não é um caso pra mim" seria feio.
Faço quatro por mês. Não é escassez de vendedor: é o que cabe na agenda de quem também atende projeto.
É pra você se a cafeteria funciona, o caixa gira, e mesmo assim ela virou intercambiável com as outras.
Não é pra você se o plano é copiar a cafeteria que viralizou no Instagram.
Também não é pra você se o problema é só operação: fila, custo, fornecedor, ponto errado. Marca não conserta operação quebrada, ela amplifica o que já existe.
Preencha a aplicação. Eu leio pessoalmente, uma por uma. Se fizer sentido, respondo com o convite e a gente marca. Se não fizer, respondo dizendo por quê.
Quatro por mês. Atendo o ABC presencialmente.
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